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    Análise Financeira

    A análise financeira para investimentos, ou research, é uma atividade de pesquisa e análise sobre valores mobiliários com vista à elaboração isenta de conflitos de interesse de um relatório onde se formula uma avaliação de desempenho ou evolução de preços, levando em consideração os riscos e retornos de títulos de valores mobiliários.


    Clube de Vienna | Análise Financeira para Investimentos


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A Destruição do Atual Sistema Econômico e Social


Um histórico evento mundial poderá gerar profundos impactos na economia e em nossa sociedade.

A renda, poupança, investimentos, aposentadorias e empregos de milhares de pessoas correm muito perigo neste momento.


Revelaremos alguns fatos muito preocupantes sobre o declínio econômico dos Estados Unidos e da Europa e como ele agora ameaça a sua segurança financeira.

Esses fatos são tão chocantes, que decidimos apresentá-los a você neste artigo especial.

Somos o Clube de Vienna, uma equipe de análise financeira de investimentos criada em Novembro de 2008, quando a bolsa já havia apresentado uma queda de -60% em função da quebra do Lehman Brothers.

Desde a nossa criação, as bases de nossas missões tem sido:

Trazer um ponto de vista alternativo ao mainstream no cenário de análise financeira nacional, que teima em não divulgar as verdadeiras causas dos problemas econômicos que afetam os mercados;

Ajudar a disseminar o conhecimento da Escola Austríaca de Economia;

Disseminar nossa adaptação do modelo de alocação de ativos;

-Ajudar na formação de investidores mais conscientes com foco em estratégias sustentáveis de longo prazo;

- Além de apresentar estudos que possam orientar e garantir investimentos seguros e rentáveis, orientando e inserindo nossos parceiros e associados no mundo dos investimentos.

Nossos associados, que puderam ter contato com estes assuntos, tiveram suas vidas transformadas para melhor.

Puderam também perceber as falácias do modelo econômico moderno baseado em hiperconsumo, endividamento, bolhas e crises.

Optaram assim por não se deixar mais levar pelas ilusões, sejam elas políticas, nominais, ou ideológicas, evitando que estes fatores afetem os nossos investimentos.

Mais importante, as nossas análises estão permitindo que investidores prosperem dentro deste ambiente inóspito.

E a nossa expectativa é que nosso resultado melhore ainda mais, porque agora, uma fase muito mais perigosa desta crise está começando.

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Um histórico evento mundial está prestes a alterar a sua vida permanentemente.

Os Estados Unidos da América está em grande perigo.

Os americanos possuem a maior dívida já registrada na história da civilização: São US$ 14,50 trilhões dólares!

E esta dívida só aumenta.

Ainda que nem sequer começaram a ser incluídas nesta conta as dívidas herdadas ao resgatar as empresas de hipotecas Freddie Mac e Fannie Mae, ou a seguradora AIG, ou todo o dinheiro que Washington deve aos idosos por causa da Seguridade Social e Medicare, ou para os veteranos e pensionistas do governo.

Mas não é só o tamanho da dívida que é assustador.

Mas também o fato de estar crescendo tão rapidamente, a uma velocidade que jamais foi vista na história.

Os EUA aumentam sua dívida em pelo menos US$ 1 trilhão de dólares todos os anos.

Agora, neste momento, você provavelmente está pensando:

"Mas certamente os líderes políticos e autoridades financeiras finalmente farão a coisa certa e evitarão a falência, certo?"

Mas a realidade é que os políticos e autoridades financeiras têm consistentemente feito a escolha oposta.

A sorte foi lançada em 2007, quando já havia grandes indícios do estouro da bolha imobiliária colocando em xeque e à beira da falência os mais importantes bancos americanos em 2008.

Na época, o governo dos EUA poderia simplesmente ter permitido que todos estes bancos fossem à falência em função das grandes apostas erradas que fizeram, sofrendo, assim, as consequências naturais de suas decisões.

Em vez disso, com o discurso de que “são grandes demais para falirem”, Washington salvou os bancos, absorveu as dívidas​​, além de ter gasto trilhões de dólares para tentar combater a recessão.

No entanto, nos noticiários vemos com cada vez mais frequência notícias sobre a crise econômica, que agora assola também os países europeus, que vivem o mesmo dilema da dívida que os americanos.

Ainda cético? Então, considere essa chocante mudança!


A guerra sobre o valor do seu dinheiro!

Como comentamos acima, se não fosse a interferência política e das autoridades monetárias, várias empresas e bancos na Europa e também nos Estados Unidos não mais existiriam.

Um processo deflacionário já teria se instaurado e feito uma limpeza no sistema financeiro, levando os insolventes à falência ou a moratória.

Mas as autoridades monetárias e os políticos estão decidindo resolver o problema de outra forma, imprimindo dinheiro e tentando direcionar os prejuízos na direção do contribuinte e investidores.

Deixe-nos colocar em perspectiva para você.

Lembra-se de 1999, quando todo mundo estava preocupado que o bug do ano 2000 poderia fazer com que os sistemas de computadores parassem destruindo a economia?

Bem, para evitar um colapso, o FED (Banco Central Americano) imprimiu, na época, US$73 bilhões dólares.

Esse é o primeiro ponto (1) no gráfico.


Impressao Monetaria - FED

Logo depois, tivemos os ataques terroristas em Nova York e Washington em 11/09/2001 que paralisou a economia, fecharam as bolsas de Nova York, forçando então o FED a imprimir mais US$ 40 bilhões.

Essa é o segundo ponto no gráfico.

Mas as impressões realizadas no ano 2000 e 2001 foram apenas uma fração comparada ao que o FED vem fazendo ultimamente.

Desde o desastre de 2007/2008, principalmente depois que o gigante Lehman Brothers faliu, o FED imprimiu mais de US $ 1,827 trilhão de dólares.

Isto é vinte e cinco vezes mais dinheiro que o FED criou perante o bug do milênio.

Isto é quarenta e cinco vezes mais do que imprimiu quando ocorreram os ataques de 11/09!

O problema é que toda a vez que o FED liga as prensas da impressão monetária acaba diminuindo o valor do dólar.

E isto tem gerado um aumento no custo de vida, pois a perda do valor da moeda reflete-se imediatamente na inflação!

É por isso que os preços de alimentos e combustíveis dispararam nos últimos tempos!

Mas agora você deve estar se perguntando: Mas isso é um problema dos Americanos e Europeus, certo?

Ledo engano quem pensa assim!

Os efeitos da guerra cambial!


O grande problema do uso indiscriminado de tal política atualmente é que os EUA detêm a moeda de reserva global, e tudo o que afete tal moeda, afeta todo o comércio e toda a economia global.

Isto gera a tal “guerra cambial” a que o Ministro Mantega se refere na mídia, e que o Clube de Vienna antecipou em suas análises em pelo menos dois anos, quando o termo surgiu na mídia.

A guerra cambial nada mais é do que a tentativa desesperada dos outros países, inclusive o Brasil, de tentarem manter o que restou de sua competitividade à custa de enfraquecer suas próprias moedas a um ritmo aproximado do ritmo em que o dólar é desvalorizado.

Podemos comprovar tal afirmação quando avaliamos o gráfico abaixo com o comportamento da expansão da oferta monetária no Brasil, calculada a partir das premissas da Escola Austríaca de Economia.

Oferta Monetária Brasil

Reparem como foi brutal a expansão da oferta monetária também aqui no Brasil, na última década.

A curva é muito acentuada.

No início de 2003 a oferta monetária saiu do patamar de R$ 334,69 bilhões, para o patamar que hoje atinge R$ 1,779 trilhões de Reais.

A nossa moeda (Real) perdeu quase que 80% do poder de compra durante o período de 2003 a 2012.

O poder de compra de R$ 1,00 nos dias atuais é equivalente ao poder de compra de R$ 0,18 em 2003!

Ou seja:

- Se o seu salário não acompanhou este ritmo da desvalorização da nossa moeda;

- Se os rendimentos de seus investimentos não acompanharam este ritmo da desvalorização da nossa moeda;

Então neste momento é bem provável que você esteja sentindo uma perda de seu poder aquisitivo e anda notando um estrangulamento de seu orçamento ou de suas finanças, fruto da redução do valor também da nossa moeda!!!

Obviamente que o impacto desta desvalorização não ocorreu de forma uniforme em todos os produtos e serviços, mas de forma generalizada, sendo possível medir mais facilmente a perda do poder de compra da moeda ao avaliarmos os efeitos de preços principalmente nos alimentos e energia.

Já notaram como anda bem alto o custo de alimentos, combustíveis e energia no Brasil?

Já repararam no quanto estamos comprometendo o orçamento com as compras de mercado? Já sentiram como aumentou o custo de almoçar ou jantar em restaurantes, principalmente nos grandes centros urbanos, nos últimos anos?

Esta mesma desvalorização das moedas nos remete imediatamente aos problemas crônicos inflacionários que o Brasil sofreu na década de 80 e início dos anos 90.

Ainda não vivemos o surto hiper inflacionário, mas por conta deste histórico, sabemos muito bem quem ganha e quem perde com a inflação!

Mas o fato é que estes são os mesmos efeitos que um americano está também vivendo, demonstrando que a tentativa dos Estados Unidos em resolver sua crise está gerando reflexo e exportando uma inflação monetária para o mundo.

Agora, isto não é tudo....

PREOCUPADO COM A INFLAÇÃO?

O problema inflacionário é bem mais crítico do que possa imaginar. Inscreva-se já em nossa newsletter e tenha acesso imediato de forma totalmente gratuita a informações valiosas que governo algum gostaria que tivesse ciência a respeito da inflação!

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A morte da economia

Vivemos em uma época em que a maioria das pessoas começa a reconhecer, com bastante atraso, diga-se de passagem, que os países desenvolvidos estão mergulhados em dívidas insustentáveis.

Para fazer frente a esse desafio, alguns países têm optado por mais estímulos, imprimindo dinheiro e se endividando ainda mais.

Enquanto outros têm optado (ou estão sendo obrigados a optar em troca de socorro financeiro!) por implementar uma austeridade fiscal, cortando ou reduzindo vários dos serviços públicos, tentando economizar dinheiro para pagar as dívidas e juros.

Quando não muito, vive-se o pior destes dois mundos, com os cortes de serviços sociais juntamente com uma inflação consistente em função da impressão monetária.

Acontece que, seja qual for o caminho escolhido, os resultados de curto prazo prejudicam fortemente a população, que começa a se mostrar bastante descontente nos países desenvolvidos.

E isso tem gerado muitos protestos pelo mundo sendo cada vez mais recorrente este tipo de manifestação nos noticiários.

E qual o caminho escolhido pelo Brasil?

Diante da crise nos países desenvolvidos, a situação brasileira passou a ser vista com outros olhos pelo mercado internacional.

Em função da grande degradação dos parâmetros de referência, que são os países desenvolvidos, nossa situação econômica passou a ser considerada saudável.

Mesmo que ainda estejam impregnados todos os fatores que sempre fizeram a nossa economia ser considerada ruim e ainda existam todos os problemas que sempre fizeram com que o nosso crescimento econômico fosse sempre medíocre e um voo de galinha.

Mas esta percepção econômica brasileira revela um verdadeiro paradoxo.

Afinal, o governo tem feito um esforço monumental para evitar que a crise se abata sobre a economia brasileira gerando um custo muito alto para os investidores e contribuintes.

Se não bastasse a desvalorização de nossa moeda, são inúmeras as intervenções que o governo tem realizado na economia que trazem impactos já no presente e uma grande penhora de nosso futuro!

O barateamento no custo do crédito, com sua respectiva expansão, principalmente pelos bancos públicos, tem sido patrocinada por uma redução a força da taxa Selic.

Os fundos de investimentos com rentabilidade próxima a Selic e com taxa de administração de ao menos 2% ao ano, mal pagam o custo da inflação!

Todos os investidores, poupadores e trabalhadores que investem suas economias nestes fundos de investimentos estão tendo o retorno financeiro corroído pela redução a força bruta da Selic e também pela inflação!!

Mas todos precisam dar sua parcela de sacrifício em prol do bem estar geral do país, certo?

Que o digam os investidores minoritários da Petrobras! Afinal, o seu uso político anda bem intenso!

Ao não repassar integralmente as altas do petróleo do mercado internacional aos combustíveis aqui no Brasil, fez a empresa registrar um prejuízo trimestral bilionário, o primeiro em 13 anos!

A estatal do petróleo tem ajudado no controle inflacionário, tentando mostrar que o índice de inflação está sob controle e dentro das metas, mantendo a confiança dos mercados, mas enquanto isso a moeda está sendo desvalorizada a um ritmo alucinante.

Se não bastasse tudo isso, o governo anda lançando diversos pacotinhos de incentivos a determinados segmentos da indústria, como a redução dos impostos de carros e eletrodomésticos, na vã tentativa desesperada de gerar e/ou manter empregos.

Ainda sem perceber que o setor público é o único no país na rota do crescimento.

Por isso, nem despejando mais de 100 bilhões de reais na economia desde meados do ano passado através da ampliação de caixa do BNDES, o PIB brasileiro permanece em estado letárgico quase de estagnação, provando que estas intervenções além de não resolver os problemas, estão comprometendo o futuro!

Nunca antes na história do mundo...
A arte de investir foi tão difícil!!!

O atual estado do mercado nos mostra que a cada dia que passa nos aproximamos rapidamente de uma forte colisão entre dois mundos que dificilmente se conciliam: O da deflação dos ativos, com o da hiperinflação monetária.

A economia real pede que maus investimentos sejam liquidados e que insolventes sejam levados à falência ou decretem moratória trazendo consigo a deflação de ativos.

Afinal, temos cada vez mais evidência que a economia está se deteriorando, os lucros estão sendo afetados por uma desaceleração global, os consumidores estão ficando desempregados e sem nenhum tipo de benefício social, e a demanda final está estagnando, não importando o quanto de incentivos é dado pelos governos.

Atualmente, há poucos fatores impulsionando o crescimento real e orgânico da economia, tornando as medidas de intervenção dos bancos centrais a salvação de última instância.

Por isso crescem as atenções sobre as decisões dos Bancos Centrais, que precisam imprimir dinheiro para evitar que o colapso se instaure, mas ao mesmo tempo sabem que se errarem na dose, as moedas poderão perder o único ativo que lhe resta, a confiança, desenvolvendo assim, a tão indesejada hiperinflação.

Nunca antes na história do planeta Terra houve um processo de crise monetária com uma moeda de reserva global, portanto, não temos precedentes históricos sobre os quais possamos nos basear para tentar antever, ainda que seja uma nesga, do futuro.

Acreditamos que a ameaça do uso do afrouxamento quantitativo, termo econômico dado para a impressão monetária, é responsável pela valorização dos ativos de risco, como a bolsa de valores, e de depreciação do dólar e de todas as moedas do mundo.

No entanto, sabemos que isso ocorre em um cenário onde os fundamentos reais da economia não poderão sustentar altas constantes, a menos que o valor das moedas seja constantemente, e cada vez mais rapidamente, destruído.

O que estamos presenciando é um desafio do ser humano sobre o ciclo econômico. Uma tentativa de controle da natureza do processo econômico com base em interesses políticos e corporativos.

E quem será o vencedor desta batalha?

A nós, essa batalha tem um vencedor claro de longo prazo, que não será o Homem.

O que não fica claro é se, em um determinado momento, o Homem cederá, reconhecendo seu erro e permitindo que o processo de contração econômica siga seu curso, destruindo todo o mau investimento das últimas décadas (e provocando uma depressão econômica que pode deixar a dos anos 30 no chinelo), ou se seguirá tentando provar que tem mais poder do que a natureza da economia, até que o preço a ser pago seja a completa destruição do sistema monetário global.

Não há exagero nessas hipóteses.

Não vivemos um momento de normalidade histórica, a não ser no que diz respeito aos constantes fracassos humanos na tentativa de controlar o processo econômico, removendo dele, o risco.

Se por um lado, investir na bolsa e ativos de risco pode nos proteger em boa parte da destruição do valor das moedas, não pode nos proteger de um surto deflacionário e depressivo, que pode derrubar os mercados de risco a níveis hoje inimagináveis.

Por outro lado, a liquidez representada por posições em títulos de renda fixa, seja em que moeda for que estejam cotados, se pode nos proteger em parte desse processo deflacionário, nos coloca sob o risco real e iminente de calote, seja via calote direto da dívida, ou calote inflacionário, afinal os governos estão reduzindo drasticamente os juros, independentes do nível de inflação.

E isto ocorre criando cada vez mais tensão entre os países em um mundo que já não anda primando pelo consenso já há algum tempo.

O Dia do Julgamento Final

A verdade é uma só.

Os Estados Unidos tem seguido a risca o que a história sempre nos mostrou, de como os grandes impérios caíram sob o seu custo de manutenção.

Isto também ocorreu na queda do Império Romano, quando os imperadores já mostraram que a geração de inflação é o caminho mais fácil e menos doloroso - politicamente falando – para a solução, ao menos momentânea, de uma crise.

Afinal, imprimir dinheiro gera um imposto invisível na economia, muito mais fácil para lidar do que implementar medidas impopulares de austeridade fiscal, seja com o aumento de impostos ou cortes de serviços públicos.

Mas existe uma conta a ser paga com esta medida: A destruição da moeda por conta de uma constante e massiva inflação que remove a lucratividade de todo empreendimento comercial resultando no colapso do comércio e da produção.

Esta é a consequência que os imperadores romanos desconheciam, e que os atuais políticos e banqueiros centrais estão tentando evitar.

No entanto, o uso da impressão monetária como solução, tem também o seu limite, afinal nenhuma ação está livre de consequências.

E a maior das consequências, ocorre em um momento singular, quando investidores e credores param de emprestar dinheiro para o governo.

E o que torna este momento tão singular?

O histórico de países endividados mostra que no dia em que o governo não pode mais tomar emprestado, simplesmente fica sem dinheiro para manutenção dos serviços essenciais.

Neste momento, os governos são obrigados a optarem pela moratória de suas dívidas além de ter que reduzir drasticamente suas despesas, ou acelerar ainda mais a impressão monetária gerando a hiperinflação monetária.

Como os americanos precisam tomar emprestados cerca de metade de cada dólar que gasta hoje, mostra o quão delicado está a situação.

Todo dólar gasto para manter a defesa nacional, a seguridade social, os benefícios do Medicare, os subsídios do seguro desemprego, os pensionistas do governo, os pobres, os deficientes, entre outros programas sociais e militares, metade é derivado de empréstimos.

O que pode acontecer se os investidores globais se negarem a subsidiar a dívida americana?

As pessoas que mais dependem do governo serão as mais afetadas.

E as duras decisões que Washington terá que tomar gerarão enormes impactos a investidores, que poderão culminar na falência do sistema monetário internacional, dada a globalização existente no mundo hoje.


A calmaria antes da tempestade

Se a crise que descrevemos é difícil para você imaginar, certamente entendemos.

Tudo ainda parece tão "normal", tão rotineiro, que torna difícil imaginar que essas crises terríveis podem acontecer.

Ainda são raras as vozes na grade mídia como a do senador Mark Warner que disse: “Estamos nos aproximando do armagedon financeiro.”

Ou a declaração do senador Joe Manchin que chamou esta crise de “O Titanic fiscal.”

Ou mesmo do Senador Ron Paul, simpatizante da Escola Austríaca de Economia, que declarou:

“Quando o governo federal gasta mais por ano do que arrecada em impostos, tem três opções: pode aumentar os impostos, o dinheiro impresso, ou pedir dinheiro emprestado. Embora essas ações possam beneficiar os políticos, as três opções são ruins para os americanos médios.”

Lembre-se, estes políticos não são extremistas.

Eles não têm nada a ganhar com a tentativa de assustá-lo. Eles estão apenas avaliando os fatos chegando a uma conclusão lógica.

Isso é o que tentamos mostrar a você neste artigo especial!

Os avisos que demos a você estão baseados em nada mais, e nada menos, do que a realidade econômica e fatos históricos.

O Clube de Vienna é uma equipe independente de análise financeira voltada para investimentos.

Não temos vínculos com corretoras, bancos e nem político-partidários.

De fato, muito destes grupos provavelmente não gostariam que tornássemos públicos tais informações, que consideramos ser de utilidade pública!

Nossa lealdade é exclusivamente com as pessoas – contribuintes, consumidores, poupadores, investidores e cidadãos comuns - que nos depositam sua confiança para dizer-lhes a verdade e nossa opinião sobre o que vislumbramos do futuro, das empresas, dos governos e os impactos que trazem ao seu capital, dinheiro, ou salário para que possam realizar melhores decisões de investimentos ou negócios.

Sendo precisamente por este motivo que surgem os relatórios do Clube de Vienna, em que tentamos elucidar as razões especificas para as ações dos Bancos Centrais e políticos, entendendo e mostrando que tais ações geram reflexos no ambiente, para que possamos, assim, maximizar nossas chances de êxito dentro deste contexto.

Nosso trabalho, portanto, envolve pesquisa e consolidação de dados e fatos macroeconômicos, fundamentos corporativos e técnicos para a geração de relatórios com uma linguagem acessível que ofereça compreensão a todos nossos leitores de todos os desafios do atual contexto econômico, dando o embasamento necessário para a geração e definição das estratégias operacionais de investimentos.

O Clube de Vienna está empenhado para que seu patrimônio passe intacto por esta grande crise e tenha, além disso, a oportunidade de crescer mesmo diante de todos esses desafios.

Afinal, sabemos que são diante das maiores crises que residem as melhores oportunidades!

Mas não mantemos nenhum tipo de ilusão aqui. Sabemos que a grande maioria das pessoas ignorarão os avisos de se prepararem para a crise.

Sabemos também que a crise pode não chegar, como também pode ser mais amena do que esperamos que seja.

No entanto, independente do que venha ocorrer na economia, a escolha é apenas sua: Você pode ignorar esta mensagem ou poderá tomar pequenos passos e estar preparado e protegido independente do que venha a ocorrer . 

Por isso o Clube de Vienna está o convidando a conhecer melhor o nosso trabalho,  assinando agora mesmo os relatórios do Clube de Vienna!

Ao assinar o Vienna Estratégias terá acesso a quatro relatórios mensais envolvendo quatro abordagens distintas do mercado financeiro incluindo os relatórios do Vienna Macrotrends, Fundamentalista, Derivativos e Renda e Dividendos, em que nossa equipe de analistas não só avalia o contexto mas elabora estratégias oportunistas para os desafios do momento.

Lembre-se que nosso único compromisso é com o seu resultado!

E é muito simples se associar ao nosso Clube.

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Aguardamos por você!


Atenciosamente,

Roberto Miamoto

Analista de Valores Mobiliários (CNPI EM-1075) responsável pelo Clube de Vienna, filiado à APIMEC-SP e credenciado pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

No mercado financeiro desde 1998 com vasta experiência no modelo de Fluxo de Dividendos Descontados, além de ser um especialista em modelos de avaliação e determinação de risco.


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