
Os bancos públicos (Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e BNDES) têm sido usados como instrumento político para tentar manter vivo o atual ciclo de alta.
Os lucros recordes obtidos pelo BB e CEF, aumentando a sua participação no mercado de crédito, esconde uma estratégia política demagógica e populista, já que faz com que os louros sejam colhidos agora no curto prazo, enquanto os problemas são jogados para o futuro.
Os problemas, claro, decorrem do grau de alavancagem que está sendo criado por conta da expansão do crédito, juntamente com a redução a força dos juros, já que este cenário cria um contexto em que o governo convocará os “contribuintes”, acionistas e detentores de crédito destes bancos a pagarem a conta desta farra no futuro.
Anúncio Público da Edição do Vienna Fundamentalista de 04/04/2010.
Os investidores são avessos ao risco, ainda que por vezes comportem-se de maneira idiossincrática diante da incerteza. O risco altera o valor de qualquer ativo. As ferramentas necessárias para diagnosticar o risco sofisticaram-se com o tempo, mas os riscos que os investidores enfrentam vêm tornando-se cada vez mais numerosos e complexos no mercado financeiro.
“O mercado é uma espécie de loteria?”